A meu ver, sou alguém banal,
Como toda a gente.
Mas basta começar a gostar de mim
Para, talvez, parecer diferente
Não tenho olhos azuis,
Nem cabelos longos de princesa,
Nem sou a popular
Nem a bonitinha,
Nem dispenso a sobremesa
Por achar que sou "gordinha"!
Mas quê?
Vou comer bem quando for velhinha?!
Não gosto de religião
Nem da treta de agradecer o pão
Àquele suposto "senhor"
Que existe lá em cima
E que não quer resolver esta confusão!
Ainda por cima
Há tanta, tanta contradição
Que mais vale prestar culto
A um "deus" que admita
gostar de destruição!
(Satanás, o dito "mauzão"
que pelo menos não se diz omnipotente
E ente e ente
Só para foder esta gente!)
Ai, e liberdade!
Liberdade é o meu oxigénio!
Que gozo andar sem amarras pela rua...
E que desgosto não poder ser tua.
Ahh... eu sou só uma parede branca com algumas borras de tinta...
Borras que fazem parte da corrida
da vida.
E como eu gosto de correr essa corrida!
Só quero correr até à meta
Com um sorriso na cara

"Que gozo andar sem amarras pela rua...
ResponderEliminarE que desgosto não poder ser tua."
adoro, adoro, adorooo!