domingo, 14 de novembro de 2010

Um aparte

Às vezes olho para ti e... esses olhos...
São tão grandes e carregam tanto amor!
Carregam tanto amor...

Parece que esperam que os meus o deixei pousar.
Que o acolham, que o bebam, que o carreguem. Também.

Mas os meus olhos são leves e frágeis 
e só querem voar nas asas de um pequeno pardal.
Não consigo voar nas tuas asas,
Asas de águia real.

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